Diadema
Lendo cartas e legado

O que dizem quem já passou pelo processo.

Relatos de participantes que documentaram seu legado com a Diadema — em palavras deles, não nossas.

← Voltar ao início

Relatos de participantes

CR

Carmem Resende

Goiânia, GO · abril de 2025

Fiz a Oficina de Carta para minha filha mais velha. Eu sabia o que queria dizer, mas não sabia como começar. As três sessões me ajudaram a encontrar a estrutura certa sem tirar nada da minha voz. Quando segurei o envelope encadernado na mão, chorei. É uma coisa muito séria, essa sensação de ter terminado algo que importa.

HM

Hélio Monteiro

Brasília, DF · março de 2025

Participo da Membros há oito meses. Trabalho na área de engenharia há trinta anos e nunca escrevi nada sobre isso — só relatórios técnicos. Os encontros mensais me mostraram que eu tinha muito mais a dizer do que imaginava. Os cadernos mensais são um complemento real, não um brinde qualquer.

PN

Paula Negreiros

São Paulo, SP · fevereiro de 2025

Fiz o Volume de Legado do zero. É um projeto longo — quase dez meses do início ao fim. Mas quando recebi o livro impresso, com o meu nome na capa, entendi que não teria conseguido sem a estrutura editorial da Mariana. Meus filhos já sabem que esse livro existe e que um dia será deles.

AF

Antonio Ferreira

Anápolis, GO · janeiro de 2025

Tentei escrever minhas memórias por conta própria três vezes. Sempre travava no mesmo ponto — não sabia como dar ordem ao que queria contar. A Diadema resolveu esse problema sem resolver por mim. É uma diferença sutil, mas é o que importa.

SV

Sônia Vilhena

Goiânia, GO · abril de 2025

O que mais me surpreendeu foi a qualidade do objeto final. Eu esperava algo parecido com um encadernado de faculdade. O que recebi foi um livro de verdade — com capa, papel de qualidade, tipografia cuidada. Coloquei na estante junto com os outros livros da casa.

LB

Luís Barreto

Cuiabá, MT · março de 2025

Participo de forma remota, de Cuiabá. Recebi os cadernos pelos Correios todos os meses, sem falta. As sessões por vídeo funcionam bem — não sinto que estou perdendo nada por não ser presencial. O processo é bem conduzido independente do formato.

Histórias de processo

Relatos mais detalhados de três participantes que descreveram o caminho percorrido.

Ponto de partida

Depois de se aposentar como professora, Regina Castelo percebeu que queria escrever algo para as três filhas — mas não um testamento nem um diário. Queria uma carta que explicasse escolhas de vida que nunca tinham sido discutidas em família.

O processo

Participou da Oficina de Carta ao longo de cinco semanas. O maior desafio foi decidir o tom — entre o formal e o cotidiano. A orientação editorial ajudou a encontrar um meio-termo que soava como ela.

O resultado

Uma carta de doze páginas, guardada em envelope encadernado, com instruções escritas sobre quando ser aberta. Regina decidiu que as filhas a lerão juntas, no dia em que ela não puder mais estar presente para explicar por conta própria.

"Achei que ia ser mais difícil do que foi. Não foi fácil — mas foi possível, e era isso que eu precisava saber."

— Regina Castelo, 67 anos, Goiânia

Ponto de partida

Renato Dimas, 71 anos, migrou do Nordeste para Goiás com 22 anos e construiu uma carreira como comerciante. Queria que os netos entendessem o que foi essa travessia — não só os fatos, mas o que ela custou e o que ela ensinou.

O processo

Optou pelo Volume de Legado. O processo durou oito meses. A estrutura de capítulos foi definida em conjunto com a editora e revisada duas vezes antes de começar a escrita propriamente. Renato escrevia à mão e digitalizava para as revisões de estrutura.

O resultado

Um volume de 140 páginas, dividido em sete capítulos, com tiragem de cinco exemplares. Cada filho recebeu um. O quinto ficará com Renato até que decida a destinação.

"Nunca pensei que fosse escrever um livro. Não é um livro para o mundo — é um livro para a família. Mas é um livro de verdade."

— Renato Dimas, 71 anos, Goiânia

Em números

60+

Processos concluídos

4,8

Avaliação média (de 5)

12

Estados representados

40+

Anos: idade média dos participantes

Fale conosco para saber mais

Atendimento

Seg–Sex, 9h–18h

O próximo relato pode ser o seu.

Entre em contato para a conversa inicial — sem compromisso, sem custo. Apenas uma conversa para entender o que você quer registrar.

Iniciar conversa